Sessenta e três por cento das empresas norte-americanas já mantêm ou pretendem incorporar equipes para ler ou monitorar os e-mails dos funcionários, revelou esta semana o estudo da empresa de segurança Proofpoint.
Segundo
o levantamento – que entrevistou 332 gerentes de tecnologia de empresas com
mil ou mais funcionários – 36,1% delas já monitoram e-mails
atualmente, enquanto outras 26,5% pretendem implantar tal sistema no futuro.
Nas
maiores empresas, com mais de 20 mil funcionários, essa prática é ainda
maior. Cerca de 40% delas destinam equipes para realizar o monitoramento, enquanto
32% pretendem implantar.
A pesquisa revela também que mais de uma em cada
três companhias
(35,2%) investigou e-mails de funcionários suspeitos de vazar informações
nos últimos 12 meses.
Além disso, mais 27,1% das companhias com
profissionais entrevistados demitiram algum funcionário por violar as
políticas de e-mail nos últimos
12 meses, enquanto 50,6% delas puniram algum integrante por violação
nas políticas.
A pesquisa indica também que 10,5% das empresas receberam
solicitações
para submeter alguma mensagem de funcionários a órgãos reguladores
ou à Justiça nos últimos 12 meses.
Risco à integridade
das companhias
De acordo com os resultados do levantamento, as empresas estão
mais preocupadas com e-mails externos que possam comprometer suas operações.
Quase uma a cada quatro empresas pesquisadas (24,7%) declarou que e-mails externos
de funcionários representam risco legal, financeiro ou regulador para
suas organizações.
Para quase a metade das grandes companhias, (49,3%), é “muito
importante” reduzir
os riscos associados com mensagens externas nos próximos 12 meses.
Além
de e-mail corporativo, os profissionais de TI estão preocupados
também com webmail (acesso às mensagens via servidor na internet)
e mensagens instantâneas.
Fonte: IDG Now
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