Histórico da categoria ‘Notícias do Mercado’

A Web 3.0

Postado por Editorial em 10 de maio de 2010

A internet passa por rápidas transformações e evoluções desde que se iniciou na Web 1.0,  onde foi a implantação e popularização da rede em si, o conceito de Web 2.0 nomeada, assim, por Dale Dougherty, pioneiro da internet e vice-presidente da editora O’Reilly Media, o termo foi divulgado pela primeira vez em outubro de 2004 na primeira Web 2.0 Conference, organizada pela própria O’Reilly Media, onde analistas e empresários da área discutiam o estouro da bolha. A Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, em que os mecanismos de busca como Google, os sites de colaboração do internauta e os de relacionamento social são referências atualmente e a Web 3.0 seria a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

A Web 1.0 é como uma biblioteca que você pode utilizá-la como uma fonte de informação, mas não pode contribuir ou alterar a informação de nenhuma maneira. Já a Web 2.0 é como um grande grupo de amigos, onde você pode utilizá-la para receber informação, mas também para contribuir com a conversa firmando um relacionamento mais próximo.

Os especialistas acreditam que a Web 3.0 será como ter um assistente pessoal que sabe praticamente tudo sobre você e que pode acessar toda a informação da Internet para responder qualquer pergunta sua. Muitos comparam a Web 3.0 com um banco de dados gigante. Enquanto a Web 2.0 utiliza a Internet para conectar pessoas, a Web 3.0 servirá para conectar informações.

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A caminho para a Web 3.0

Você nunca sabe como realmente será a tecnologia do futuro, por mais que seja um futuro bem próximo. No caso da Web 3.0, a maioria dos especialistas concorda que oferecerá aos usuários experiências mais ricas e mais relevantes. Muitos também acreditam que com a Web 3.0, todos os usuários terão um único perfil na Internet baseado no histórico de navegação de cada um.

As tecnologias e os softwares necessários para esse tipo de aplicação ainda não amadureceram. Serviços como o TiVO e o Pandorafornecem conteúdo individual baseado nos usuários, mas ambos dependem de uma abordagem de tentativa e erro que não é tão eficaz quanto os especialistas dizem que a Web 3.0 será.

A web 3.0, na visão do CEO da Google, será sustentada por aplicações multiplataforma. “A próxima geração será formada por aplicações que conversem entre si. Serão relativamente pequenas e rodarão em qualquer dispositivo, tanto PCs quanto telefones móveis”, afirmou.

Além da Web 3.0

A Web evoluirá para um ambiente tridimensional, em vez de Web 3.0, nós veremos uma Web 3D, combinando elementos de realidade virtual com os mundos permanentes dos jogos online para múltiplos jogadores. O usuário navegaria pela Web com uma perspectiva de 1ª pessoa ou através de uma representação digital sua chamada de avatar.

Além disso, a Web acumulará desenvolvimentos em computação distribuída e resultará em uma verdadeira inteligência artificial. Na computação distribuída, vários computadores lidam com um grande trabalho de processamento. Cada computador cuida de uma pequena parte da tarefa. Algumas pessoas acreditam que a Web será capaz de pensar ao distribuir a carga de trabalho entre milhares de computadores e de trazer referências de ontologias profundas. A Web irá se tornar um cérebro gigante capaz de analisar dados e extrapolar novas idéias independentes daquela informação.

Fonte: Info e HowStuffWorks

Nos dias 27 e 28 de abril aconteceu a Quarta Edição do Proxxima – Seminário Internacional de Comunicação e Marketing Digital em São Paulo. O evento reuniu cerca de 2,5 mil pessoas, sendo 500 profissionais do mercado e os maiores especialistas em marketing digital e debateu temas como redes sociais, mulher digital, mobile marketing, e-commerce e muito além da plataforma digital.

Além disso, o evento contou com palestrantes internacionais como Stefan Olander, vice-presidente global de Digital Sports da Nike e idealizador do projeto Nike +; Lara Lee, responsável por criar uma comunidade de marca para a Harley-Davidson; e Ignacio de Pinedo Palomero, diretor de marketing do Canal+.

Em 2010 o evento apresentou três novidades: ProXXIma Tech, área própria com dez estandes de empresas que oferecem tecnologias para o mercado da comunicação e do marketing; ProXXIma Young, onde estudantes de comunicação e marketing podem conhecer de perto o que pensam e fazem as marcas para se aproximarem dos consumidores digitais; e ProXXIma Garage, área especialmente destinada a discussão de temas ligados à inovação. Confira abaixo o que algumas empresas apresentarão durante o evento.

proxxima

Palestras:

A abertura do evento aconteceu com Pyr Marcondes, diretor da plataforma ProXXIma, onde apresentou a evolução de todos os canais da plataforma – rádio, cinema, portal, redes sociais, eventos, revista e página no jornal Meio & Mensagem. A novidade foi a versão beta da revista ProXXIma para o iPad.

Depois subiu ao palco Lara Lee, integrante do comitê executivo da consultoria norte-americana Jump Associates. Entre os destaques de Lee pode-se destacar a seguinte lição: As comunidades de marca existem para servir aos consumidores e não às empresas. E o que está por trás delas é sempre a conexão entre as pessoas. As ferramentas online – como Facebook ou Twitter – são apenas ferramentas, que servem para esse propósito. E então ela diz: “Como profissionais de marketing, nosso papel é gerar conexões emocionais. As nossas mais fortes experiências acontecem, offline, depois elas são compartidas online. As marcas que geram paixão fazem com que os consumidores se sintam seus donos e não é possível ter controle sobre isso”, finaliza Lara.

Durante os dois dias de evento subiram ao palco diversos especialistas da área digital para contar as experiências e tendências deste meio.

Os detalhes de todo o evento podem ser conferidos nas páginas do hotsite que inclui vídeos com entrevistas dos participantes!

Fonte: Proxxima e Meio e Mensagem

O Consumidor e o E-commerce

Postado por em 26 de abril de 2010

Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de realizar a compra de um produto/serviço, é o que afirma um estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International.

Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).

No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web, o que acaba dificultando o posicionamento e desenvoltura destas empresas no meio online.

O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.

E-commerce

e-commerce

Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.

O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).

Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.

O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.

Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.

O Brasil fechou com 66,3 milhões de internautas no ano de 2009, compostos por acessos em todos os ambientes, sejam eles residências, trabalho ou locais públicos, como navegou por mais tempo que europeus e americanos, totalizando 44 horas no mês, à frente de: EUA, com 40 horas, Austrália com 39 horas, França com 38 horas, Reino Unido com 37 horas, Espanha com 35 horas, Alemanha com 33 horas, Japão com 31 horas e Itália com 29 horas, englobando os locais de acesso trabalho e domicílios. Quando o acesso inclui tempo de uso no computador, este número sobe para 66 horas em dez/09.

No comércio eletrônico, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou ao maior patamar de audiência já alcançado, de 21,3 milhões de pessoas.

Telecomunicações e Serviços de Internet continua sendo a categoria com maior tempo de navegação. Nela estão classificados os sites de e-mail e de telefonia, assim como os serviços de mensagens instantâneas, de downloads e de hospedagem, com 34,6 milhões de usuários.

Também em dezembro, 23 milhões navegaram em sites da subcategoria Vídeos e Filmes, em que se classificam site como o YouTube, e 13,8 milhões navegaram em sites da categoria Transmissão de Mídia, em que estão os sites de vídeos profissionais. Juntas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos online. Tempo de navegação já é de 1 hora e 5 minutos por mês na subcategoria Vídeos e Filmes.

Fonte: e-commercebrasil.org e IDG NOW.

Investimento publicitário na internet cresceu 25,2% em 2009

Postado por Paulo E. Corallo em 1 de abril de 2010

Nos cálculos do IAB , volume investido chegou a R$ 1,3 bilhão; para 2010 a previsão é de alta de 30%ico_gerenciamento

Levantamento do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) mostra que a internet continua sendo a mídia que mais cresce no país. Em 2009, registrou um aumento de 25,2% nos investimentos publicitários. No período de um ano, a internet alcançou uma participação de 4,3%, representando um volume investido de R$ 950 milhões. O IAB atribui esses dados ao Projeto Inter-Meios.

 

A divisão do bolo publicitário em 2009:

• TV aberta: 60,92%
• Jornal: 14,08%
• Revista: 7,69%
• Rádio: 4,43%
• Internet: 4,27%
• TV por assinatura: 3,69%
• Mídia exterior: 2,96%
• Guias e listas: 1,60%
• Cinema: 0,37%

Na estimativa do IAB Brasil, os investimentos em mídia irão crescer 30% em 2010. Na internet, isso representará R$ 1,235 bilhão, o equivalente a uma fatia de 5,1% do bolo.

Outros dados sobre internet dos indicadores do IAB Brasil:

• 67,542 milhões de pessoas acessaram a internet em 2009. A previsão para 2010 é de 73,7 milhões de pessoas, um crescimento de 5,23%.

• Em 2009, mais da metade das pessoas com acesso nas regiões metropolitanas pertencia às classes C, D e E.
- AB: 48,4%
- CDE: 51,6%

• O total de conexões de banda larga no final de 2009 era de 11,3 milhões, uma evolução de 21% sobre 2008.

• No ano passado, a internet brasileira tinha 17,6 milhões de consumidores online, expansão de 33% sobre o ano anterior (o equivalente a 4,4 milhões de novos consumidores).

Faturamento maior – Em uma avaliação realizada pela entidade, em que foram analisados dados de diversas fontes, concluiu-se que o faturamento total do meio internet em 2009 foi de 1,3 bilhão, cerca de R$ 350 milhões a mais do valor divulgado pela fonte oficial do mercado, com um crescimento médio de 30% e uma participação de 6%.

Por esse estudo, os investimentos publicitários no meio internet terão um crescimento de 30%, com a expectativa de alcançar um volume de R$ 1,7 bilhão.

A análise do IAB Brasil leva em consideração os investimentos atrelados à performance, search engine marketing (links patrocinados), comparadores de preço e agrega a percepção dos membros da entidade com relação ao desenvolvimento do mercado.

“Em quatro anos, a internet deve assumir o segundo posto no ranking de investimentos publicitários no país, hoje ocupado pelos jornais”, afirma Pedro Cabral, presidente do IAB Brasil e presidente da Isobar America Latina.

Vendas pela internet somam R$ 10,6 bilhões em 2009, diz pesquisa

Postado por Paulo E. Corallo em 16 de março de 2010

Cifra representa crescimento de 30%.
Valor médio das compras foi de R$ 335.

Do G1, em São Paulo

O setor de comércio eletrônico fechou o ano passado com faturamento de R$ 10,6 bilhões, um crescimento de 30% sobre os R$ 8,2 bilhões de 2008, segundo dados da empresa de pesquisa E-bit divulgados nesta terça-feira (16). 

 

O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado passou para 17,6 milhões de pessoas, uma alta de 33% em relação a 2008.

No ano passado, o valor médio das compras (tíquete médio) ficou em R$ 335, o que representou um aumento de 2% ante o valor de 2008. As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos. 

 

Segundo a e-bit, os preços na internet no ano passado sofreram uma pressão de queda em razão da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos). 

 

Para 2010, a estimativa é de que as vendas pela internet cheguem a R$ 13,6 bilhões, uma alta também de 30%. Já o número de consumidores deve alcançar 23 milhões, o que representaria uma elevação de 35%.

 

A Copa do Mundo deve alavancar o crescimento neste semestre, com a comercialização de TVs de telas planas e artigos esportivos.

 

Com informações da Agência Estado e do Valor Online

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