A internet passa por rápidas transformações e evoluções desde que se iniciou na Web 1.0, onde foi a implantação e popularização da rede em si, o conceito de Web 2.0 nomeada, assim, por Dale Dougherty, pioneiro da internet e vice-presidente da editora O’Reilly Media, o termo foi divulgado pela primeira vez em outubro de 2004 na primeira Web 2.0 Conference, organizada pela própria O’Reilly Media, onde analistas e empresários da área discutiam o estouro da bolha. A Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, em que os mecanismos de busca como Google, os sites de colaboração do internauta e os de relacionamento social são referências atualmente e a Web 3.0 seria a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.
A Web 1.0 é como uma biblioteca que você pode utilizá-la como uma fonte de informação, mas não pode contribuir ou alterar a informação de nenhuma maneira. Já a Web 2.0 é como um grande grupo de amigos, onde você pode utilizá-la para receber informação, mas também para contribuir com a conversa firmando um relacionamento mais próximo.
Os especialistas acreditam que a Web 3.0 será como ter um assistente pessoal que sabe praticamente tudo sobre você e que pode acessar toda a informação da Internet para responder qualquer pergunta sua. Muitos comparam a Web 3.0 com um banco de dados gigante. Enquanto a Web 2.0 utiliza a Internet para conectar pessoas, a Web 3.0 servirá para conectar informações.

A caminho para a Web 3.0
Você nunca sabe como realmente será a tecnologia do futuro, por mais que seja um futuro bem próximo. No caso da Web 3.0, a maioria dos especialistas concorda que oferecerá aos usuários experiências mais ricas e mais relevantes. Muitos também acreditam que com a Web 3.0, todos os usuários terão um único perfil na Internet baseado no histórico de navegação de cada um.
As tecnologias e os softwares necessários para esse tipo de aplicação ainda não amadureceram. Serviços como o TiVO e o Pandorafornecem conteúdo individual baseado nos usuários, mas ambos dependem de uma abordagem de tentativa e erro que não é tão eficaz quanto os especialistas dizem que a Web 3.0 será.
A web 3.0, na visão do CEO da Google, será sustentada por aplicações multiplataforma. “A próxima geração será formada por aplicações que conversem entre si. Serão relativamente pequenas e rodarão em qualquer dispositivo, tanto PCs quanto telefones móveis”, afirmou.
Além da Web 3.0
A Web evoluirá para um ambiente tridimensional, em vez de Web 3.0, nós veremos uma Web 3D, combinando elementos de realidade virtual com os mundos permanentes dos jogos online para múltiplos jogadores. O usuário navegaria pela Web com uma perspectiva de 1ª pessoa ou através de uma representação digital sua chamada de avatar.
Além disso, a Web acumulará desenvolvimentos em computação distribuída e resultará em uma verdadeira inteligência artificial. Na computação distribuída, vários computadores lidam com um grande trabalho de processamento. Cada computador cuida de uma pequena parte da tarefa. Algumas pessoas acreditam que a Web será capaz de pensar ao distribuir a carga de trabalho entre milhares de computadores e de trazer referências de ontologias profundas. A Web irá se tornar um cérebro gigante capaz de analisar dados e extrapolar novas idéias independentes daquela informação.




















