Histórico da categoria ‘Notícias do Mercado’

Internet no Brasil

Postado por Editorial em 24 de maio de 2010

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Até  dezembro de 2009, a internet contava com 67,5 milhões de usuários ativos, segundo Ibope Nielsen Online. Este número total de internautas equivale duas vezes a população do Canadá. Além de ser o meio com maior penetração, pois já atinge 40% da população, enquanto que os meios tradicionais têm um crescimento estável e alguns até mesmo um declínio.

Há um crescimento também em todas as faixas etárias, mas com penetração maior do público jovem de 10 a 24 anos, a maioria da classe AB, com aproximadamente 60%. O destaque está nos homens, classe AB, de 10 a 24 anos , onde a penetração  é de 85%.

Em relação aos usuários com acesso à internet na residência e no local de trabalho, este número chega a 46.9 milhões em março/2010. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente.

Até julho/2009, os internautas gastaram 44 horas e 59 minutos na web, sendo o Brasil o país que lidera em tempo de navegação e permanência online. A internet brasileira já é o 7º maior mercado em número de internautas no mundo.

Em 2010, há uma projeção de  faturamento aproximado de R$ 13,60 bilhões, com uma variação de 30% em relação a 2009, que obteve R$ 10,60 bilhões.

A internet passa por diversas transformações e estas mudanças contribuem para torná-la cada vez mais presente entre a população, com objetivo de sua massificação,  atualmente ocasionada pelo aumento da classe C e banda larga. Estas transformações ajudam a web a se tornar cada vez mais poderosa perante as outras mídias, além de contribuir com tais fatores: aumento da mobilidade, do relacionamento através de redes sociais e personalização de conteúdo na web, que são assuntos bastante tratados ultimamente e que ganham força entre os destaques do meio internet.

Com isso, as mudanças caminham de encontro a web 3.0, uma realidade bastante próxima.

Fonte: Ibope Nielen Online e E-commerce.org.

Impacto das redes sociais no ambiente corporativo

Postado por Editorial em 17 de maio de 2010

A Web 2.0 integra o uso das redes sociais, e com isso, a tendência é que todos os segmentos de PME’s passem a utilizá-las como ferramenta de marketing corporativo. Cada vez mais as empresas percebem a importância da Web 2.0 para seu negócio e os impactos positivos que podem gerados com a participação nos sites de relacionamento, mas este número ainda é pequeno.

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De acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) cerca de 17% das empresas paulistanas utilizam ativamente as redes sociais. Foram entrevistados 500 gestores de pequenas e médias empresas de todos os seguimentos na capital paulista. E foram descobertos os seguintes resultados:

- Adesão de 26% que participam das redes sociais são instituições financeiras;

- O comércio varejista é o que menos participa, contando com 12% das empresas;

- Entre os serviços mais utilizados estão o Facebook, orkut e Twitter, onde a prioridade é o relacionamento com os clientes e a divulgação de informações sobre produtos;

- 51% monitoram sobre o que é dito sobre a marca/produto;

- 68% dos responsáveis pelo monitoramento afirmam não responder aos comentários nas próprias redes sociais.

Isto se deve ao fato principalmente da preocupação e medo que a maioria das empresas têm em saber o que os consumidores estão falando por da sua empresa. Através do monitoramento das redes sociais é possível fortalecer mais o contato empresa-consumidor, através de uma resposta mais rápida além de melhorar os aspectos críticos falados sobre o seu negócio, pois uma mensagem pode atingir um número muito maior de pessoas e com maior potencial de resposta do que os meios de comunicação tradicionais.

Não se esqueça que um dos objetivos dos concorrentes é prospectar clientes insatisfeitos, por isso a comunicação com seus clientes é muito importante para torná-los cada vez mais satisfeitos.

Fonte: ACSP, Info e Webinsider

A Web 3.0

Postado por Editorial em 10 de maio de 2010

A internet passa por rápidas transformações e evoluções desde que se iniciou na Web 1.0,  onde foi a implantação e popularização da rede em si, o conceito de Web 2.0 nomeada, assim, por Dale Dougherty, pioneiro da internet e vice-presidente da editora O’Reilly Media, o termo foi divulgado pela primeira vez em outubro de 2004 na primeira Web 2.0 Conference, organizada pela própria O’Reilly Media, onde analistas e empresários da área discutiam o estouro da bolha. A Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, em que os mecanismos de busca como Google, os sites de colaboração do internauta e os de relacionamento social são referências atualmente e a Web 3.0 seria a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

A Web 1.0 é como uma biblioteca que você pode utilizá-la como uma fonte de informação, mas não pode contribuir ou alterar a informação de nenhuma maneira. Já a Web 2.0 é como um grande grupo de amigos, onde você pode utilizá-la para receber informação, mas também para contribuir com a conversa firmando um relacionamento mais próximo.

Os especialistas acreditam que a Web 3.0 será como ter um assistente pessoal que sabe praticamente tudo sobre você e que pode acessar toda a informação da Internet para responder qualquer pergunta sua. Muitos comparam a Web 3.0 com um banco de dados gigante. Enquanto a Web 2.0 utiliza a Internet para conectar pessoas, a Web 3.0 servirá para conectar informações.

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A caminho para a Web 3.0

Você nunca sabe como realmente será a tecnologia do futuro, por mais que seja um futuro bem próximo. No caso da Web 3.0, a maioria dos especialistas concorda que oferecerá aos usuários experiências mais ricas e mais relevantes. Muitos também acreditam que com a Web 3.0, todos os usuários terão um único perfil na Internet baseado no histórico de navegação de cada um.

As tecnologias e os softwares necessários para esse tipo de aplicação ainda não amadureceram. Serviços como o TiVO e o Pandorafornecem conteúdo individual baseado nos usuários, mas ambos dependem de uma abordagem de tentativa e erro que não é tão eficaz quanto os especialistas dizem que a Web 3.0 será.

A web 3.0, na visão do CEO da Google, será sustentada por aplicações multiplataforma. “A próxima geração será formada por aplicações que conversem entre si. Serão relativamente pequenas e rodarão em qualquer dispositivo, tanto PCs quanto telefones móveis”, afirmou.

Além da Web 3.0

A Web evoluirá para um ambiente tridimensional, em vez de Web 3.0, nós veremos uma Web 3D, combinando elementos de realidade virtual com os mundos permanentes dos jogos online para múltiplos jogadores. O usuário navegaria pela Web com uma perspectiva de 1ª pessoa ou através de uma representação digital sua chamada de avatar.

Além disso, a Web acumulará desenvolvimentos em computação distribuída e resultará em uma verdadeira inteligência artificial. Na computação distribuída, vários computadores lidam com um grande trabalho de processamento. Cada computador cuida de uma pequena parte da tarefa. Algumas pessoas acreditam que a Web será capaz de pensar ao distribuir a carga de trabalho entre milhares de computadores e de trazer referências de ontologias profundas. A Web irá se tornar um cérebro gigante capaz de analisar dados e extrapolar novas idéias independentes daquela informação.

Fonte: Info e HowStuffWorks

Nos dias 27 e 28 de abril aconteceu a Quarta Edição do Proxxima – Seminário Internacional de Comunicação e Marketing Digital em São Paulo. O evento reuniu cerca de 2,5 mil pessoas, sendo 500 profissionais do mercado e os maiores especialistas em marketing digital e debateu temas como redes sociais, mulher digital, mobile marketing, e-commerce e muito além da plataforma digital.

Além disso, o evento contou com palestrantes internacionais como Stefan Olander, vice-presidente global de Digital Sports da Nike e idealizador do projeto Nike +; Lara Lee, responsável por criar uma comunidade de marca para a Harley-Davidson; e Ignacio de Pinedo Palomero, diretor de marketing do Canal+.

Em 2010 o evento apresentou três novidades: ProXXIma Tech, área própria com dez estandes de empresas que oferecem tecnologias para o mercado da comunicação e do marketing; ProXXIma Young, onde estudantes de comunicação e marketing podem conhecer de perto o que pensam e fazem as marcas para se aproximarem dos consumidores digitais; e ProXXIma Garage, área especialmente destinada a discussão de temas ligados à inovação. Confira abaixo o que algumas empresas apresentarão durante o evento.

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Palestras:

A abertura do evento aconteceu com Pyr Marcondes, diretor da plataforma ProXXIma, onde apresentou a evolução de todos os canais da plataforma – rádio, cinema, portal, redes sociais, eventos, revista e página no jornal Meio & Mensagem. A novidade foi a versão beta da revista ProXXIma para o iPad.

Depois subiu ao palco Lara Lee, integrante do comitê executivo da consultoria norte-americana Jump Associates. Entre os destaques de Lee pode-se destacar a seguinte lição: As comunidades de marca existem para servir aos consumidores e não às empresas. E o que está por trás delas é sempre a conexão entre as pessoas. As ferramentas online – como Facebook ou Twitter – são apenas ferramentas, que servem para esse propósito. E então ela diz: “Como profissionais de marketing, nosso papel é gerar conexões emocionais. As nossas mais fortes experiências acontecem, offline, depois elas são compartidas online. As marcas que geram paixão fazem com que os consumidores se sintam seus donos e não é possível ter controle sobre isso”, finaliza Lara.

Durante os dois dias de evento subiram ao palco diversos especialistas da área digital para contar as experiências e tendências deste meio.

Os detalhes de todo o evento podem ser conferidos nas páginas do hotsite que inclui vídeos com entrevistas dos participantes!

Fonte: Proxxima e Meio e Mensagem

O Consumidor e o E-commerce

Postado por em 26 de abril de 2010

Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de realizar a compra de um produto/serviço, é o que afirma um estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International.

Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).

No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web, o que acaba dificultando o posicionamento e desenvoltura destas empresas no meio online.

O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.

E-commerce

e-commerce

Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.

O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).

Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.

O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.

Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.

O Brasil fechou com 66,3 milhões de internautas no ano de 2009, compostos por acessos em todos os ambientes, sejam eles residências, trabalho ou locais públicos, como navegou por mais tempo que europeus e americanos, totalizando 44 horas no mês, à frente de: EUA, com 40 horas, Austrália com 39 horas, França com 38 horas, Reino Unido com 37 horas, Espanha com 35 horas, Alemanha com 33 horas, Japão com 31 horas e Itália com 29 horas, englobando os locais de acesso trabalho e domicílios. Quando o acesso inclui tempo de uso no computador, este número sobe para 66 horas em dez/09.

No comércio eletrônico, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou ao maior patamar de audiência já alcançado, de 21,3 milhões de pessoas.

Telecomunicações e Serviços de Internet continua sendo a categoria com maior tempo de navegação. Nela estão classificados os sites de e-mail e de telefonia, assim como os serviços de mensagens instantâneas, de downloads e de hospedagem, com 34,6 milhões de usuários.

Também em dezembro, 23 milhões navegaram em sites da subcategoria Vídeos e Filmes, em que se classificam site como o YouTube, e 13,8 milhões navegaram em sites da categoria Transmissão de Mídia, em que estão os sites de vídeos profissionais. Juntas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos online. Tempo de navegação já é de 1 hora e 5 minutos por mês na subcategoria Vídeos e Filmes.

Fonte: e-commercebrasil.org e IDG NOW.

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