Histórico da categoria ‘Notícias do Mercado’

Privacidade, Segurança e Riscos na Web

Postado por Editorial em 21 de junho de 2010

Com a evolução tecnológica e o crescimento cada vez mais forte das Redes Sociais e de conteúdo, muitos dizem que a era da privacidade e segurança chegou ao fim. Mas será que não temos escolha de controlar nossa vida online?

Atualmente há uma combinação de dados online e offline, ou seja, o compartilhamento público de vidas privadas que está cada vez mais comum no mundo digital,  uma vez na web perde-se o controle das informações, o que pode gerar um aumento em suas proporções.

O atual cenário da internet afirma que a cada 1,5 minutos alguém na cidade de São Paulo sofre um crime através da web e a possibilidade de um crime cometido é de 1 em 5 . Portanto é necessário que alguns cuidados sejam tomados com a exposição das informações.

Veja abaixo 8 dicas para uma navegação segura:

1. Certifique-se de remover e limpar os HDs da impressora/copiadora antes de livrar-se delas.

2. Não copie nada pessoal em uma copiadora em rede de seu escritório que você não queira que alguém veja.

3. Se você usa o Firefox, um add-on chamado BetterPrivacy (gratuito) acaba com os Flash cookies, pois a solução antiga de apagar os cookies ou clicar em uma configuração que impede seu navegador de aceitá-los, não é mais eficaz, pois muitos sites estão usando “Flash cookie”, que é mantido pelo plugin Adobe Flash por causa dos aplicativos Flash embutidos em páginas da web.

4. Escolha uma boa política de cookies para seu navegador, como “mantenha os cookies apenas até eu fechar meu browser”, ou os aprove manualmente.

5. Use as extensões para Firefox RequestPolicy e NoScript para controlar quando sites de terceiros podem incluir conteúdo em suas páginas ou executar código no seu navegador, respectivamente.

6. Use o plugin Targeted Advertising Cookie Opt-Out. Ele automaticamente excluirá você de rastreadores que peçam para aceitar um cookie. Esteja ciente de que nem todos irão oferecer a opção de exclusão (opt out).

7. Nunca aceite um convite de app de alguém que você não conhece. E se o software parecer suspeito, verifique-o usando a busca do Facebook.

8. Uma das principais ameaças à segurança e privacidade dos usuários é proveniente do tipo de conteúdo e de informação partilhados nas redes sociais, numa perspectiva empresarial e profissional, estas redes sociais podem ser uma ameaça. Cuidado com as informações colocadas na internet.

Fonte: Webinsider, IDGNOW! e Slideshare

Mobile Tagging: QR Code

Postado por Editorial em 7 de junho de 2010

O QR-Code (Quick Response Code) é uma tecnologia de Mobile Tagging, que é o processo de leitura de um código de barras 2D usando a câmera de um aparelho móvel, ou seja, é um aplicativo gratuito que permite ao usuário apontar a câmera para uma figura, que na verdade é o código de barras que será decodificado e diretamente linkado ao website correspondente à URL, gerando, assim, uma informação a partir da imagem “transformada”.

Atualmente esta tecnologia de mobile tagging é bastante utilizada no Japão, mas aos poucos está se espalhando pelo mundo.

Uma revista, produto ou site na web pode oferecer a imagem do QR Code para que seus usuários possam obter informação específicas através de um interpretador e com isso aumentando a interatividade entre as pessoas, que por ser um link para o mundo online, as mobile tags são instrumentos de aplicação da realidade, acrescentando um layer de informações digitais às coisas físicas da realidade. E então mobile tagging é atualmente um dos meios mais simples e econômico de se criar realidades mistas.

Veja abaixo o processo de fornecimento de dados em dispositivos móveis estes codificados pelo código 2D para gerar informação através da câmera de celular:

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Fonte: Olhar Digital, Martha Gabriel e Wikipedia

Geração Y

Postado por em 31 de maio de 2010

Perfil

Um estudo realizado pela Bridge Research revela como agem os “nativos digitais” e o que pensam sobre temas atuais no mercado.

Constatou-se que a Geração Y, nascidos entre 1978 e 1990, possui uma nova forma de ver e atuar no mundo, novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet.  A pesquisa mostra que existem semelhanças comportamentais entre os integrantes da Geração Y, determinadas pelo poder aquisitivo e o nível social. A análise do nível escolar, aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Cerca de 48% só trabalham e 7% trabalham e estudam. Há, ainda, um contingente de 7% que declarou não trabalhar nem estudar.

Os valores que permeiam a Geração Y como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Eles são liberais no consumo, mas um tanto conservadores no aspecto social. Gostam de novidades, querem estar antenados e buscam símbolos que os liguem a comunidades. Fidelidade a empresas, no entanto, não está em seus horizontes – em vez da busca de status pessoal, a afeição a marcas é uma forma de expressar um comportamento coletivo. Também são impulsivos, impacientes e, no mercado de trabalho,  não pensam duas vezes antes de mudarem de emprego caso não se sintam valorizados ou confortáveis no ambiente corporativo.

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Desejos

A conhecida Geração Y vive um mundo completamente virtual, seja através de um gadget que tenha às mãos, seja através dos mais de 170 milhões de celulares habilitados, segundo dados da consultoria Tendências.

Digitando o termo Geração Y, entre aspas, restringindo a pesquisa no Google, o site irá fornecer “aproximadamente 506.000 resultados”. É muita coisa para um grupo que representa apenas 26,2% da população brasileira, de acordo com a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE.

O mobile marketing é a cara dos Y’s: é rápido, seletivo, com capacidade alta (talvez singular) de segmentar e atingir o público-alvo, e ainda, de baixo investimento e de rápida capacidade de ser ajustada, quando necessário, além do quase inexistente impacto ambiental que essa tecnologia causa.

Dados do IBOPE Mídia, consultoria Gouveia de Souza e grupo Ebeltoft mostram que 42% dos brasileiros aceitam esse novo tipo de propaganda, principalmente por ter a opção de receber ou não aquela informação, ou seja, não é intrusiva.

Sabendo dessa demanda, não à toa que o mercado de mobile marketing atingiu um investimento de R$ 80 milhões em 2009 no Brasil, segundo a Mobile Marketing Association (MMA); para 2010, o número deverá chegar a R$ 200 milhões. É a publicidade que fica em regime de 24/7 com o público.

É uma forma de encantar quem já não se espanta com nada: o lema “tudo é possível” embala a revolução. O mobile marketing está alinhado com a velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia que os jovens Y querem, exijem e buscam.

Eles conversam ao vivo, pelo celular, e-mail, MSN, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Isso torna esses jovens exigentes e certos nas decisões tomadas, pois é uma geração informada, que questiona e exige rapidez e precisão. Para esta geração a comunicação não pode ter barreiras, assim como as empresas, fazendo com que haja mais interação.

Fonte: IDG NOW!, Portal da Propaganda e Webinsider.

Internet no Brasil

Postado por Editorial em 24 de maio de 2010

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Até  dezembro de 2009, a internet contava com 67,5 milhões de usuários ativos, segundo Ibope Nielsen Online. Este número total de internautas equivale duas vezes a população do Canadá. Além de ser o meio com maior penetração, pois já atinge 40% da população, enquanto que os meios tradicionais têm um crescimento estável e alguns até mesmo um declínio.

Há um crescimento também em todas as faixas etárias, mas com penetração maior do público jovem de 10 a 24 anos, a maioria da classe AB, com aproximadamente 60%. O destaque está nos homens, classe AB, de 10 a 24 anos , onde a penetração  é de 85%.

Em relação aos usuários com acesso à internet na residência e no local de trabalho, este número chega a 46.9 milhões em março/2010. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente.

Até julho/2009, os internautas gastaram 44 horas e 59 minutos na web, sendo o Brasil o país que lidera em tempo de navegação e permanência online. A internet brasileira já é o 7º maior mercado em número de internautas no mundo.

Em 2010, há uma projeção de  faturamento aproximado de R$ 13,60 bilhões, com uma variação de 30% em relação a 2009, que obteve R$ 10,60 bilhões.

A internet passa por diversas transformações e estas mudanças contribuem para torná-la cada vez mais presente entre a população, com objetivo de sua massificação,  atualmente ocasionada pelo aumento da classe C e banda larga. Estas transformações ajudam a web a se tornar cada vez mais poderosa perante as outras mídias, além de contribuir com tais fatores: aumento da mobilidade, do relacionamento através de redes sociais e personalização de conteúdo na web, que são assuntos bastante tratados ultimamente e que ganham força entre os destaques do meio internet.

Com isso, as mudanças caminham de encontro a web 3.0, uma realidade bastante próxima.

Fonte: Ibope Nielen Online e E-commerce.org.

Impacto das redes sociais no ambiente corporativo

Postado por Editorial em 17 de maio de 2010

A Web 2.0 integra o uso das redes sociais, e com isso, a tendência é que todos os segmentos de PME’s passem a utilizá-las como ferramenta de marketing corporativo. Cada vez mais as empresas percebem a importância da Web 2.0 para seu negócio e os impactos positivos que podem gerados com a participação nos sites de relacionamento, mas este número ainda é pequeno.

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De acordo com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) cerca de 17% das empresas paulistanas utilizam ativamente as redes sociais. Foram entrevistados 500 gestores de pequenas e médias empresas de todos os seguimentos na capital paulista. E foram descobertos os seguintes resultados:

- Adesão de 26% que participam das redes sociais são instituições financeiras;

- O comércio varejista é o que menos participa, contando com 12% das empresas;

- Entre os serviços mais utilizados estão o Facebook, orkut e Twitter, onde a prioridade é o relacionamento com os clientes e a divulgação de informações sobre produtos;

- 51% monitoram sobre o que é dito sobre a marca/produto;

- 68% dos responsáveis pelo monitoramento afirmam não responder aos comentários nas próprias redes sociais.

Isto se deve ao fato principalmente da preocupação e medo que a maioria das empresas têm em saber o que os consumidores estão falando por da sua empresa. Através do monitoramento das redes sociais é possível fortalecer mais o contato empresa-consumidor, através de uma resposta mais rápida além de melhorar os aspectos críticos falados sobre o seu negócio, pois uma mensagem pode atingir um número muito maior de pessoas e com maior potencial de resposta do que os meios de comunicação tradicionais.

Não se esqueça que um dos objetivos dos concorrentes é prospectar clientes insatisfeitos, por isso a comunicação com seus clientes é muito importante para torná-los cada vez mais satisfeitos.

Fonte: ACSP, Info e Webinsider

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